Compositor: Chiyomaru Shikura
O amor é tudo
Mas ele não acredita em Deus
Envolto em pura luz branca
Enganando até Deus, ele nos leva ao fim
Abrindo a janela uma tarde, o vento me chamou
Entrei em transe, molhando os pés como uma criança imprudente
Em uma espiral feita de papel machê
Quando a luz brilha, a escuridão negra se expande silenciosamente
Sei que não devo prosseguir
Mas não consigo escapar dessa Síndrome do Caos
O amor é tudo
Mas ele não acredita em Deus
Envolto em pura luz branca
De quem são esses olhos?, perguntamos, olhando fixamente para a frente
Um palhaço sorridente atrás das cortinas deste palco não consegue conter o riso
Enganando até Deus, ele age como se fosse Rafael, nos levando ao fim
Cara a cara no espelho, não há verdade a ser encontrada
Procuro um eu que não seja eu mesmo. Fiquei tão louco que é hilário
Não preciso mais de um mapa para encontrar o caminho
Um fio ligeiramente desfiado será o começo de tudo
Senti que não devia puxá-lo
Mas não consigo parar esta Síndrome do Caos
O amor é tudo
Mas ele não acredita em Deus
Ou mesmo no passado, enterrado entre os escombros
De quem são esses olhos?, perguntamos, olhando para a frente
Mesmo nas noites em que rezamos eternamente, cercados por falsos carinhosos
Quando o tempo chegar, esta história continuará: Uma força caprichosa
O amor é tudo
Mas ele não acredita em Deus
Envolto em pura luz branca
De quem são esses olhos?, perguntamos, olhando para a frente
Um palhaço sorridente atrás das cortinas deste palco não consegue conter o riso
Enganando até Deus, ele age como se fosse Rafael, nos levando ao fim